sábado, 30 de abril de 2011

John Piper – Dizer o que Você Crê é Mais Claro que Dizer “Calvinista”

Posted by Angelo Bazzo on 06:43 | No comments

Somos cristãos. Radicais, de sangue puro, impregnados de Bíblia, que promovem missões, ganham almas, amam a igreja, buscam a santidade, saboreiam a soberania, cheios da graça, de coração quebrantado, felizes seguidores do onipotente Cristo crucificado. Ao menos esse é o nosso compromisso imperfeito.

Em outras palavras, somos calvinistas. Mas esse rótulo não chega nem perto da utilidade de dizer às pessoas no que você de fato acredita! Então esqueça o rótulo, se isso ajudar, e diga a elas claramente, sem evasão ou ambiguidade, no que você acredita a respeito da salvação.

Se elas perguntarem: “Você é um calvinista?”, diga: “Você decide. Aqui está o que eu creio…”

Eu creio que sou tão espiritualmente corrupto, orgulhoso e rebelde que eu nunca conseguiria chegar à fé em Jesus sem a vitória misericordiosa de Deus sobre os últimos vestígios de minha rebelião. (1 Coríntios 2:14; Efésios 3:1-4; Romanos 8:7).

Eu creio que Deus me escolheu para ser seu filho antes da fundação do mundo com base em nada do que há em mim, sendo pela presciência ou outra coisa. (Efésios 1:4-6; Atos 13:48; Romanos 8:29-30; 11:5-7).

Eu creio que Cristo morreu como um substituto dos pecadores para prover uma genuína oferta de salvação para todos os povos, e que ele tinha um invencível desígnio em sua morte para obter sua noiva escolhida, a saber, a assembleia de todos os que creem, cujos nomes foram eternamente escritos no livro do Cordeiro que foi imolado. (João 3:16; João 10:15; Efésios 5:25; Apocalipse 13:8).

Quando eu estava morto em meus delitos e cego para a beleza de Cristo, Deus me trouxe à vida, abriu os olhos do meu coração, me concedeu o dom de crer e me uniu a Jesus, com todos os benefícios do perdão, da justificação e da vida eterna. (Efésios 2:4-5; 2 Coríntios 4:6; Filipenses 2:29; Efésios 2:8-9; Atos 16:14; Efésios 1:7; Filipenses 3:9).

Estou eternamente seguro não principalmente por causa de qualquer coisa que eu tenha feito no passado, mas decisivamente porque Deus é fiel para completar a obra que ele começou — sustentar minha fé, me livrar da apostasia e me afastar do pecado que leva à morte. (1 Coríntios 1:8-9; 1Tessalonicenses 5:23-24; Filipenses 1:6; 1Pedro 1:5; Judas 25; João 10:28-29; 1João 5:16).

Chame do que quiser, esta é minha vida. Eu creio nisso porque eu vejo isso na Bíblia. E porque eu experimentei isso. Eterno louvor à grandeza da glória e da graça de Deus!

Fonte : http://voltemosaoevangelho.com/blog/2011/02/john-piper-dizer-o-que-voce-cre-e-mais-claro-que-dizer-%E2%80%9Ccalvinista%E2%80%9D/

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MADAME GUYON (1648-1717)

Posted by Angelo Bazzo on 06:17 | 1 comment

Jeanne-Marie Bouvier de la Motte-Guyon nasceu na França, em 1648, e foi educada em conventos e desde pequena demonstrou desejo de ser fiel ao Senhor. Mas, por ser muito bonita e por ser atraída pelo mundo, muitas vezes esqueceu suas promessas de fidelidade a Jesus.
Casou-se com um homem inválido, 22 anos mais velho que ela, em 1664. Isso levou-a a buscar comunhão íntima com Deus. Em 1668, teve a plena experiência do amor de Cristo. Depois disso perdeu o interesse pelas coisas mundanas e gastava seu tempo em oração. Em 1970, foi vítima da forma mais virulenta de varíola, que destruiu sua beleza. "Mas a devastação exterior foi contrabalançada pela paz interior", ela testemunhou.

Até 1676, sofreu a perda de filhos, do marido, do pai e de uma grande amiga. Porém, tudo isso serviu apenas para que ela aprofundasse sua experiência com Deus. De 1674 a 1680 ela perdeu a presença de Deus, aprendendo, então, a andar por fé, não por sentimentos. Após isso, levou muitos à regeneração e a experiência da "morte do ego". O grande número de pessoas que, após ter contato com Madame Guyon, deixaram o mundanismo, o pecado e se consagraram a Deus despertou o ciúme de líderes católicos e mestres mundanos, que passaram a perseguir Guyon, Fénelon e La Combe, membros do clero católico que receberam sua ajuda.

Embora muito popular e admirada por muitos membros influentes na corte seus pontos de vista logo foram suspeitos de heresia, foi consequentemente, perseguida e aprisionada várias vezes. Manteve uma enorme correspondência e seus trabalhos preencheram quarenta volumes. Seus escritos mais famosos foram Um Método Muito Curto e Fácil de Orar e sua Autobiografia.

Foi denunciada como perigosa e seguidora de Molinos (aprisionado na mesma época, por escritos similares). Em conseqüência, foi presa e permaneceu na prisão por meses. O rei Luís XIV pediu pessoalmente ao Bispo Bossuet, o maior e mais famoso eclesiástico da França, que a examinasse. Este "exame" se transformou numa inquisição mental. Bossuet, a mente mais poderosa da França, achava estar lidando com uma mulher tola. Bossuet encontrou uma pessoa à sua altura, ou até melhor que ele. As conclusões de Bossuet a respeito desta mulher "perigosa" levaram Luís XIV a prender Jeanne Guyon, sem ao menos inquiri-la ou notificá-la a respeito. Mesmo com seu escritos condenados pelo alto clero católico, Madame Guyon continuou seus ensinamentos e por isso foi detida quatro vezes, a última das quais por quatro anos (1694-1702). Escreveu cerca de sessenta obras e compôs poemas e hinos como: "Eu amo o Senhor, mas não com meu amor" e "Longo mergulho na Aflição". Escreveu cartas para católicos e protestantes na França, Holanda, Alemanha e Inglaterra.

Em 1702 foi banida para Blois, onde passou o resto da sua vida a serviço do Senhor. Em 1717, aos 69 anos, faleceu, em perfeita paz.

Seus escritos como "Torrentes Espirituais", "Experimentando as Profundezas de Jesus Cristo" e "Experimentando Deus através da Oração", cheios de realidade espiritual, influenciaram grandemente homens como o Arcebispo Fénelon, John Wesley e Watchman Nee.

Deus a usou de forma especial para abrir caminho para a restauração da vida interior, da comunhão profunda com Ele, através da oração, da consagração plena, da santificação e do operar da cruz. Em nossos dias, estamos apenas começando a tocar no fluir das águas da verdadeira espiritualidade que Deus fez jorrar através dela.

Sua autobiografia, escrita especialmente para atender à insistência de seu mentor, o padre La Combe, é notoriamente reconhecida como um dos maiores clássicos cristãos. Em vários livros encontramos menções dispersas desta autobiografia e de seus escritos, tentando resumir sua vida e obra.

Como ela ressaltou: "Espero que o que escrevo não seja visto por ninguém que possa ofender-se com isso, ou que não esteja em condição de ver estes assuntos em Deus".

PENSAMENTOS DE MADAME GUYON

"A maioria dos cristãos não percebe que é chamada para uma relação mais profunda, interior, com o seu Senhor. Mas todos nós fomos chamados às profundezas de Cristo, tão certo como fomos chamados para a salvação".

"A vida do devoto é como uma torrente que abre seu caminho descendo das altas montanhas aos vales e fendas da vida, passando por várias experiências, até finalmente chegar a experiência espiritual da morte. A partir daí, a torrente experimenta a ressurreição e uma vida de acordo com a vontade de Deus, enquanto ainda passa por vários estágios de refinamento. Por fim, a torrente encontra seu caminho em direção ao vasto, ilimitado oceano. Mesmo ai ,a torrente não torna-se totalmente unificada com o vasto oceano, até que mais uma vez, passe pelas relações finais com Deus."

"Ao aproximar-se do Senhor, em oração, tenha o coração pleno de amor puro, um amor que nada procura para si próprio. Tenha um coração que nada retira do Senhor, mas que apenas quer agradá-Lo e fazer a sua vontade."

"Receba pela fé o fato de que qualquer coisa que lhe aconteça é o desejo Dele para você, nesse momento. Quando for ao Senhor dessa maneira, verá que seu espírito estará em paz, não importando qual seja a sua condição. Os tempos de sequidão serão a mesma coisa que os tempos de abundância, porque você terá aprendido a amar a Deus somente porque você o Ama, não por causa de suas dádivas, nem mesmo por sentir sua presença."

"Ó, que tu possas compreender a profundidade deste mistério e aprender os segredos da conduta de Deus, revelados às criancinhas, mas ocultos aos sábios e grandes deste mundo, que se consideram os conselheiros do Senhor, e capazes de investigar Seus métodos, e supõem que obtiveram essa divina sabedoria, oculta aos olhos de todos aqueles que vivem em si mesmos e estão envoltos em suas próprias obras. Quem, por um vivo engenho e elevadas faculdades, sobe ao Céu e pensa compreender a altura, profundidade e largura de Deus?"

"Ó Tu, Manancial de Amor! Pareces de fato tão zeloso pela salvação dos que tens comprado que preferes o pecador ao justo! O pobre pecador, que se vê vil e miserável, é, por assim dizer, forçado a detestar-se a si mesmo; e, vendo que seu estado é tão horrível, ele se lança, em seu desespero, nos braços de seu Salvador, mergulha na fonte de cura e sai dela 'branco como a neve'".

"Jesus Cristo foi o primeiro a entrar nessa experiência. Foi o Chefe de todos os abandonados, mas não esteve isento do cativeiro. Portanto, é impossível que tu estejas isento. Lembra-te sempre de que agradou-Lhe sair de todos os deleites que estavam ocultos no seio de Seu Pai para fazer-se o mais cativo de todos os homens. Lembra-te também que faz muito tempo que os patriarcas hebreus seguiram a mesma senda. Alegria, deleites… e cativeiro! Os primeiros crentes da nova aliança vieram e seguiram a ordem dos patriarcas e de seu Modelo divino, Jesus Cristo. Mas tu perguntarás: "Por que todos temos de passar por esse caminho? É para que todos cheguemos ao ponto da infelicidade?" Claro que não. O gozo é uma promessa na terra de Abraão, uma terra que está lá, além do cativeiro. Que terra é essa? Essa terra é possuir a Deus! Mas, ah, quanto há por fazer a fim de possuir essa terra! Há sofrimento que temos de conhecer!"

“Não se diz que não haja que atuar, senão que há que atuar em dependência do movimento da graça; a alma deve deixar-se mover pelo Espírito vivificante que há nela”.

“Não se trata de apartar-se do mundo, há que apartar-se de si mesmo”.

“Há que deixar que os homens pensem de nós o que queiram; não há que agradar os homens, senão a Deus”.

“A paz com Deus só pode ser perfeita mediante a total renúncia. Esta paz nos dá paz conosco mesmo e com o próximo”.

“A oração é o alimento da alma; quando nos privamos dela por nossa culpa, nos fazemos padecer fome a nós mesmos”.

"Sou um passarinho, sem campos, sem ar
Na minha gaiola sento-me a cantar
Para Quem aqui me aprisionou.
Bem satisfeito prisioneiro sou
E assim, meu Deus, quero Te agradar.

Aqui, nada tendo para realizar,
Todo o longo dia só posso cantar.
As minhas asas Ele amarrou,
Mas o meu canto muito O agradou,
Ainda Se curva pra me escutar.

Tu tens paciência para me escutar,
E um coração pronto para a mim amar.
Gostas de ouvir meu rude louvor
Pois sabes que o amor, quão doce amor!
Inspira todo esse meu cantar.

Preso na gaiola não posso sair,
Mas minha prisão não pode me impedir
A liberdade do coração
Que sempre voa em Tua direção,
Minh´alma livre, a Ti vai se unir.

Oh! Que gozo imenso poder me elevar
Para as alturas a Ti contemplar.
Tua vontade e desígnio amar
Minha alegria neles encontrar,
Livre, em Teus braços me aconchegar".
Fonte :http://coracaomistico.blogspot.com/2008/10/madame-guyon-1648-1717.html

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sábado, 15 de janeiro de 2011

O jardim da história.

Posted by Angelo Bazzo on 16:20 | No comments


Leitura – Gn 2.8; Jo20.15; 1co 3.9; Jo 15.1,2

A história é controlada por Deus assim como um jardineiro cuida e controla aquilo que ele plantou. No éden nos é dito que Deus plantou um jardim. Isso nos ensina que a história que se segue é semeada , cuidada, regada por ele, mas mesmo assim possui uma vida de liberdade.

Jesus, no momento de sua ressurreição foi confundido com um jardineiro. Isso tem significado a todos nós, pois é exatamente por meio de sua ressurreição que nova vida foi liberada sobre o jardim da história. Jesus é confundido com um jardineiro porque na primeira vinda ele veio reparar os estragos que o pecado causou.

Na época da igreja, Paulo compara a igreja com uma lavoura, Jesus compara a si mesmo e sua relação com seus discípulos com uma videira. Desta forma vemos uma relação orgânica relacional na vida com Deus.Jesus fala de seu pai como um agricultor,mas Paulo fala de si mesmo como cooperador desta lavoura.

Certamente é para isso que temos sido chamados, para cooperarmos com o plantar, regar e limpar aquilo que Deus está fazendo na história de seu plano.

Também somos chamados para confiar que, uma vez que somos sua lavoura, ele nunca deixará que nos falte o suprimento necessário para vivermos em comunhão com ele.

Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?”

Que no ano que se inicia, possamos ser felizes, sabendo que Deus nos fez livres para crescer, mas nunca nos abandona,pelo contrário,rega e cuida de nossas histórias,que são pequenas sementes dentro do grande jardim da história,que possamos também,cooperar com o crescimento de nosso próximo,sendo jardineiros fiéis no cumprir da história divina.
Ângelo

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Como encarar os últimos dias?

Posted by Carolina Sotero on 04:18 | 2 comments


Desde que o Senhor Jesus veio a terra, foram iniciados os “últimos dias” ( Hb1.1,2). Isso significa que sua primeira vinda é o início do fim, e que todo contexto da vida depois do advento de Cristo tem uma característica de finalização.

Existem pessoas que costumam atormentar outros com presságios do fim do mundo, como se isso fosse uma coisa que começou agora, mas não percebem que o “mundo”(kosmos) há um bom tempo está em seus últimos suspiros. O fim do mundo não é um tema novo, não foi ontem que começou o "início do fim", mas faz dois mil anos que tal coisa principiou. Logo, para que alarmar pessoas como se isso fosse algo totalmente novo e sensacionalista?

Eu costumo chamar esse tipo de pensamento de “apocalíptico”. São semelhantes aqueles que vemos nos filmes, onde uma nave espacial (no caso seria Jesus) desce sem motivos aparentes e leva alguns ser humanos para um experimento em outro planeta. Isso é coisa de filme, não da Bíblia!

Mas existem, também, aqueles que sabem que os últimos dias começaram a dois mil anos, e por saberem disso, tornam-se semelhantes aos homens do tempo de Noé, que por não estavam crerem na vinda do dilúvio, viviam uma vida normal. Esse é um outro extremo que o povo de Deus vive hoje.

É como se nós pudéssemos estabelecer o governo de Deus na Terra sem que Ele esteja na Terra. E antes que você comece a dizer que Deus está na Terra por meio de sua igreja, eu quero lembrá-lo da palavra referida a volta de Jesus, que é a palavra “parousia”. Ela fala da presença física de Jesus na Terra, coisa que não temos hoje. O governo total de Deus só irá ser estabelecido com a segunda vinda de Jesus. Não falo com alegria, mas o Brasil ainda não é do Senhor Jesus. Pois o mundo jaz no maligno, e o Brasil faz parte do mundo, logo ele, pertence legalmente ao Diabo.

Somos chamados para praticar o “já, mas ainda não” do Reino de Deus.

O Reino já veio na primeira vinda, sim, ele veio realmente.
O Reino virá na segunda vinda, sim, ele virá totalmente.

E hoje, que estamos prensados entre a realidade e a totalidade do Reino, que possamos “ser Igreja”, nos abrindo para que seu Reino venha para a Terra por meio do derramar do Espírito sobre toda carne.

Que estejamos abertos para viver nosso chamado de ser uma comunidade profética, que encarna hoje a realidade do Amanhã. "A hora está vindo, e já chegou..."

Angelo.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fato

Posted by Angelo Bazzo on 13:31 | No comments


Evangelho profético.É um nome diferente para um blog,ou um nome que dentro do contexto que vivo pode ser moda.Todos gostam da palavra profético,mesmo que não façam a mínina noção do que isso signifique
Evangelho profético é o anseio de nossos corações aqui onde moro.Historicamente  é algo que nos faz olhar para o passado.Ja o profético é algo que nos faz olhar para o futuro.

Evangelho
Quando falo do evangelho como algo passado não quero com isso dizer que ele não seja relevante  na atualidade,como se ele fosse algo ultrapassado,pelo contrário,a eternidade que foi manifestada no passado,na cruz,é algo que efeito tão forte que a história foi dividida entre antes e depois deste fato.A força do evangelho não está no que ele “significa”,mas no que de fato ele é.O significado filosófico/teológico do evangelho,está atrelado e submisso ao fato ocorrido na história do Filho de Deus ser crucificado.

O nosso irmão Paulo escreveu em uma de suas cartas para igreja que estava na cidade de Corinto: 
 “Porque primeiramente vos entreguei  o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,e que foi visto por Cefas e depois pelos doze.Depois, foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.Depois, foi visto por Tiago, depois, por todos os  apóstolos”. (1 co 15.1-7)

O evangelho são fatos que cumprem a profecia.
Cristo morreu = Fato
Cristo morreu por nossos pecados = Teologia.
Cristo morreu por nossos pecados segundo as escrituras = Profecia.

No evangelho nós sempre iremos perceber estes três elementos, o fato,a teologia e a profecia.Nossos problemas atuais não estão tanto no campo da teologia,mas da relação da história com a profecia.
O fato da morte de cristo ser algo que cumpriu as profecias, deve nos introduzir em um mundo todo novo, um mundo que diz que sua morte hoje é poderosa para fazer outras profecias se cumprirem.

Vejamos uma passagem que em meu entendimento ela se encontra muito mais no campo da profecia do que da teologia e muito menos no campo do fato: “Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, a purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”.(Ef 5.25-27)

Pois bem,nessa passagem o que vemos é profecia,pois a igreja gloriosa não existe hoje,é algo que irá existir,é uma realidade pela qual Cristo se entregou,mas assim como as profecias do antigo testamento,ela se tornou uma promessa para o futuro,não uma realidade presente.

A santidade na igreja hoje tem se tornado uma teoria, pois vemos a morte de Cristo como uma teoria também, não um fato que gera outros fatos.Acredito de todo coração que parte do que Deus irá fazer nestes dias,é por meio do ministério da palavra,restaurar a revelação do fato da cruz,e assim a igreja será de fato gloriosa,para assim estar pronta para o fato da segunda vinda.

Angelo.

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